domingo, 20 de setembro de 2009

João Lopes, quando tem razão, é brilhante

João Lopes, quando não está escrever sobre filmes e quando não lhe dá para o delírio cheerleader, enaltecendo de forma adolescente a última loucura publicitária de Madonna; é um brilhante crítico/filósofo de Televisão. Dos melhores, mesmo. Basta ler o último texto dele, intitulado Eleições 2009: quem asfixia o quê?, em que ele analisa a falsidade do aparelho televisivo no que diz respeito à representação da política, e a desresponsabilização dos jornalistas ao transmitirem imagens e conceitos para o ar, sem se preocuparem em explicá-los devidamente, e muitas vezes manipulando-os de forma pouco subtil e muito parcial (ver o último parágrafo do texto dele).

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