quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Não tão bom como Bénard dizia

Uma primeira parte claramente indecisa e desinspirada, com um Farley Granger miscast, que não tem estofo para suster a amálgama de expressões necessárias ao papel. A segunda metade (que começa a partir do momento em que Granger vai ter com Valli ao seu quarto, às escondidas do marido dela) é brilhante, à boa maneira Viscontiana, com uma Verona filmada de forma extasiante, e o tema da decadência tão caro ao realizador a manifestar-se de forma pungente no final.

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