sexta-feira, 14 de maio de 2010

Rápido olhar sobre o pós-moderno

Se antigamente (e devo dizer ao longo de séculos), os objectos/figuras/entidades que os povos reverenciavam era Deus, os santos, e outra parafernalia cristã; nos tempos que correm essa devoção localiza-se agora no culto das celebridades, nas estrelas de rock, nas bandas (ler mais sobre a ditadura do barulho neste texto), e modelos e socialites.

Com tudo o que de bom poderá haver intríseco a essa cultura, não deixa de ser curioso que não se questione com mais frequência, por um segundo que seja, em revistas, jornais ou TV, essa mesma sociedade, e que não se compare historicamente com o que nos antecedeu, dando descaradamente como sagrado o que quer que seja que os meios de comunicação de massas nos impõem.

Será mesmo o que faz mover 80, ou 90 por cento das pessoas, de facto, inquestionável e acima de toda a dúvida?

1 comentário:

Joao Franco disse...

Acho que o que ocorreu foi uma mudança de um Idolo para outro idolo. ou seja o padrão é o mesmo, só mudou a face.
De algum modo as pessoas continuam a nao questionar, a não Ser, e o que o culto dos idolos faz é tornar ou dizer as pessoas para se tornarem igual a esses seres, pk so assim serao bonitos ou famosos.

De algum modo, e imensamente imperfeito e dogmatico, acho que a religiao ainda instigava o homem a ser mais humana e a ter como Cristo um idolo nao no sentido fisico mas no sentido interno.

Acho que temos que reforçar a nossa Identidade. Podemos ter idolos e seguir cultos, desde que nao percamos o rumo do nosso Ser.