domingo, 6 de junho de 2010

É engraçado como por vezes os filmes mais inesperados nos põem a pensar sobre a nossa vida, os nossos valores e crenças pessoais.

Ao visionar Casino, realizado pelo Scorsese em 1995, um filme em que os eventos de violência narrados nada têm a ver com a minha vida, fez-me pensar na passagem do tempo e em como as relações humanas e as pessoas mudam, constantemente.

E tentar travar isso é tentar travar o curso natural das coisas.

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