domingo, 25 de julho de 2010

Ascensão e queda (talvez merecida) da MGM


Ontem estava a ler a revista/suplemento do DN, havia lá uma longa reportagem sobre a falência da MGM (se puderem leiam-na) e houve uma frase que me chamou particularmente a atenção - "Se pensarmos no património cinematográfico da MGM, entre elenco, realizadores e títulos, parece muito mais plausível uma bancarrota dos EUA do que da MGM."

E esta frase fez-me lembrar que, por vezes, mesmo os impérios mais sólidos e monopolistas não são eternos. Se Louis B. Mayer soubesse que o que os especuladores e executivos fariam ao seu estúdio, estou certo que ele se meteria numa máquina do tempo para lhes vir cá dar uma lição.

Como é possível que um estúdio que produziu alguns das maiores obras-primas do Cinema, chegue ao fim?

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