sexta-feira, 16 de julho de 2010

Augusto Cury

"O portador da síndrome da exteriorização existencial vive a pior de todas as solidões: a solidão de se ter abandonado a si mesmo na sua trajectória existencial. Aliás, nas sociedades modernas, em detrimento dos encontros sociais, eventos desportivos, indústria do entertenimento e navegações pela Internet, a solidão intensifica-se. As pessoas estão próximas fisicamente, mas muito distantes interiormente; conversam sobre o mundo que as circunda, mas não dialogam sobre si mesmas. As sociedades modernas são mudas no que diz respeito à troca de experiências existenciais. Não é apenas o diálogo interpessoal que está empobrecido, mas também o autodiálogo, aquele através do qual interiorizamos e o procuramos os fundamentos das nossas reacções, inseguranças, fobias, tensões e angústias."

Augusto Cury in Inteligência Multifocal

1 comentário:

Joao Franco disse...

Sou fã incondicional do Augusto Cury....

Lembro de ler o livro dele sobre a relaçao Homem-Divino e que o livro trouxe-me muito mais perto da fé e de uma concepçao amorosa que muita coisa que li.

Devias ler a Saga de um pensador...é um livro muito interessante tambem.

Abraço