terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Leituras

Mais uma vez, vou contrariar tendências da blogosfera. Ao contrário de muitos, não gosto de fazer listas dos 10 melhores do ano, quer seja em termos de filmes, livros ou de música. Primeiro, porque acho que essa é uma tarefa que não me compete (compete aos críticos e aos jornalistas); segundo porque não domino o suficiente as áreas (tirando Cinema, e mesmo assim, prefiro não o fazer, porque sei que há imensos filmes de cinematografias desconhecidas que nos estão sempre a escapar); e terceiro, pelo facto de não me apetecer estar a ler coisas chatas só para poder fazer listas.

Sou muito preguiçoso para ler, principalmente coisas que eu não me despertam grande interesse. Houve uma fase da minha vida que lia imenso. Lia não, devorava. Houve alturas em que lia romances policiais em dois dias - Agatha Christie, Sherlock Holmes - tal era o prazer em descobrir assassinos em intrigas densas, cheias de personagens suspeitas.

Hoje em dia, continuo a gostar de ler. Mas não tanto como antigamente. Ver um bom filme ou bom programa de televisão acaba por ser mais económico em termos de tempo, e igualmente compensador. Neste momento, estou a ler o livro do Zé Diogo Quintela, Falar é Fácil. Anteontem acabei um livro de terror da colecção Pêndulo da Europa-América, O Comboio Fantasma.
Não são propriamente livros que prenderiam os críticos mais intelectuais, mas também, em termos literários, nunca me considerei um intelectual.

Sem comentários: