sábado, 30 de abril de 2011

Carpe Diem


Não me lembrava o quão bom era O Clube dos Poetas Mortos. Quando o vi há uns anos atrás, estava demasiado embrenhado na minha realidade e nos meus problemas pessoais para conseguir estabelecer um ponto de identificação com os estudantes daquele rígido liceu de New England.

Depois, anos tolos de lavagem cerebral com filmes intelectuais, deixaram-me amorfo e insensível a filmes com alma.

Hoje reencontrei-me com este filme que havia esquecido grande parte, permitindo-me reconstatar a importância de o ver hoje, em 2011. Este é o tipo de filme que diz respeito a todas gerações, quer as de hoje, quer as de 1989 (o ano de estreia do filme), quer as da década de 50, quer as do século XIX.

O que o filme nos transmite é uma mensagem intemporal, que não é simplesmente para nos pormos em cima das carteiras de sala de aula, o que o filme nos quer alertar é que não devemos deixar-nos subjugar pelo status quo - que devemos sempre ter uma vontade própria, não seguindo todos os outros, caso contrário tornamo-nos mais um na carneirada, perpetuando um sistema antigo que tanto beneficia a quem nos governa.

Viver o momento. Carpe diem. Seize the day - como diz Robin Williams.

Sem comentários: