sábado, 30 de julho de 2011

O que se faz numa sonolenta tarde de Sábado


Com Lisboa entregue aos turistas, e a maior parte das pessoas a caminho de férias, as tardes solitárias de Sábado nem sempre são tão más quanto eu esperava. Estava agora a dar no BBC um documentário fascinante intitulado How the Beatles rocked the Kremlin, sobre a forma como banda influenciou as pessoas da União Soviética, mais do que seria de esperar.

No documentário vemos relatos de então jovens na altura, e do quão era difícil conseguir alcançar música proibida pelo sistema, e de como a maneira de ser e de vestir dos Beatles influenciou a juventude da década de 60, e posteriormente. Vemos ainda concertos de comemoração com covers das canções, coleccionadores fanáticos de bugigangas, e até uma terreola cujos ranchos folclóricos têm claras influências da banda.

O documentário acaba por adquirir toda uma dimensão pungente, quando vemos Paul McCartney a ir tocar pela primeira vez à Praça Vermelha em Moscovo em 2003, e em Kiev em 2008, perante uma multidão delirante de miúdos e graúdos, celebrando a música da banda como um autêntico símbolo de resistência contra um regime repressivo. Os Beatles acabaram por ganhar a Guerra Fria.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Dos que querem ser omniscientes

Normalmente até costumo gostar dos textos do autor deste blog, mas desta vez não posso concordar com o texto que escreveu. Ora gaita! Então há séries e filmes a mais? Mas isso não é supostamente algo de bom? Volta e meia não há pessoal da crítica que se queixa que não aparece nada de jeito?

Basicamente o autor do blog e Nuno Markl queixam-se que têm saudades do tempo em que havia só o Cheers, aquele Bar e A Balada de Hill Street, e que não conseguem acompanhar tudo. Mas lá está - uma pessoa tem que escolher prioridades na vida. Se eles sentem que não conseguem acompanhar tudo, talvez seja pelo avançar da idade, e pelo aflorar de outras prioridades. Nada é imutável. E talvez seja hora de passar o testemunho.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Surpresa inesperada

Numa edição velha da revista Tabu, leio uma breve entrevista a Pacheco Pereira, em que ele se confessa admirador de jogos de computador, ao estilo de Red Alert e Civilization.

domingo, 24 de julho de 2011

Citando de novo Pedro Mexia

Estou a ler um livro dele com passagens dos blogs em que escreveu. Esta afirmação considero particularmente iluminada:

Os adolescentes ameaçam que se suicidam. Os "adultos" ameaçam que fecham o blogue.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Nas palavras de Pedro Mexia (e se me dissessem há 3 anos que eu citaria Pedro Mexia um dia, eu diria que estavam delirantes):

Ética Bloguista - Escrever como se ninguém lesse. Escrever sabendo que alguém sempre lê.

domingo, 10 de julho de 2011

O melhor do humor britânico #4


Uma coisa que eu adorava na série Big Train era o facto de uma pessoa poder chegar tarde à festa, e ainda assim usufruí-la em grande intensidade. Ou seja, uma pessoa não precisava de ver a série desde o episódio 1 para apanhar todas as catchphrases e quirks das personagens, coisa que acontece com demasiada frequência nas sitcoms americanas.

Este é um exemplo paradigmático do génio único desta série - a cena dos montadores incompetentes - que só teve mais um sketch para além deste, mas que não deixa de ser absolutamente de mijar a rir.

O melhor do humor britânico #3


O perigo de não se ter opiniões próprias... por vezes dá nisto. Hilariante e inenarrável ao mesmo tempo.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O melhor do humor britânico #2


O antídoto antidepressivo ideal é sem sombra de dúvida a série Big Train, que tem alguns dos seus sketches mais memoráveis no YouTube, como este, em que decorre um duelo de "bailarinas" ao som de Prokofiev.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

O melhor do humor britânico #1


Um sketch hilariante da série Big Train, acerca de uma figura sexy que faz voltar cabeças.