domingo, 29 de janeiro de 2012

A dúvida que me apoquenta hoje é

Vale ou não a pena ver o J. Edgar? A crítica do Dn é altamente (demasiadamente?) favorável. A crítica do Público é (como é habitual) negativa. Em qual deles confiar?

sábado, 28 de janeiro de 2012

Porque a Internet foi inventada


Precisamente para construir genuínas obras de arte pop, como é o caso deste vídeo, que descobri graças a esta notícia de hoje do DN.

O vídeo parte de uma premissa absolutamente brilhante e, embora nem todos os momentos sejam bem conseguidos, o empenho de muitos intervenientes é mais do que evidente, tanto a nível de interpretação como de desenhos.

Escusado será dizer que a herança que George Lucas irá deixar, transcende gerações, estratos sociais, e culturas. Este é simplesmente um dos filmes mais conhecidos de todo o sempre.

E este é um dos maiores actos de amor que se pode fazer a um filme.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

sábado, 21 de janeiro de 2012

Mistério, terror, esqueletos no armário e personagens cativantes


É o que vão encontrar em The Girl with the Dragon Tattoo. E mesmo sendo um thriller, o filme é um bocado sobre as raízes da crise - da verdadeira crise, a que causou a falência não assumida e constantemente adiada de toda uma civilização. Pela vossa saúde, vão vê-lo.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Design for living (ou: "Porque é que não gostas de filmes pa rir, ó Ricardo?")


Essa é a razão precisa porque não tenho o hábito de ir ver comédias ao cinema, desde há alguns anos para cá. Porque sinto que por trás de toda aquela "escandalosa" nudez, de todos aqueles "escandalosos" palavrões, estão a tentar formatar as pessoas consumidoras de cinema de Hollywood. Por detrás daquelas mentes tão desadequadamente chamadas de libertinas, estão pensamentos bem mais conservadores do que possa parecer à primeira vista.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

As muitas faces de um vilão



O Joker é simplesmente um dos meus vilões favoritos de sempre. Desde que foi criado por Bob Kane no transitar para a década de 40, e ao longo de várias encarnações, vemos que se calhar aquelas pessoas que têm fobia de palhaços têm uma certa razão.

Gosto da interpretação que Cesar Romero fez na série da década de 60. As composições de Jack Nicholson e de Heath Ledger para o grande ecrã desafiam qualquer espécie de comentário. Só recentemente graças ao jogo Batman: Arkham City é que pude descobrir, ou melhor redescobrir a interpretação vocal de Mark Hamill. O actor já havia dado a voz para a versão em desenho animado, mas no jogo a personagem adquire contornos inexplorados, na forma como ele brinca com as palavras. É simplesmente impossível conseguirmos visualizar Luke Skywalker a fazer de um dos mais assustadores vilões de sempre!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Eu também não vou adoptar tão depressa. Não que tenha alguma coisa contra os nossos irmãos brasileiros, mas simplesmente acho que o pessoal do Ministério anda a gozar com a nossa cara. Depois de andar anos a apanhar galhetas da professora na Primária por faltar um "c" ou fosse lá o que fosse, acho que virem agora pedir para tirarmos o "c" é gozarem connosco. Se eu tiver mesmo de o fazer, sentirei que tenho o direito de lhes pregar umas chapadas.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

A vida


Tenho uma relação peculiar com certos filmes. Há alguns que à primeira vez adoro e depois revejo-os passado uns anos e constato que não eram assim tão bons. Há outros que começo por não gostar, mas quando os revejo em condições uns anos mais tarde, constato a sua grandeza. Tal é o caso de The Third Man, de Carol Reed. O filme, tal como o bom vinho, parece melhorar com os anos, e a cada revisão mais constato a sua genialidade em compor personagens adultas e os seus dilemas.

O personagem principal Holly Martins, que não é meu primo mas podia ser, debate-se com a ideia de denunciar o seu melhor amigo Harry Lime, contrabandista de penicilina, e responsável pela morte de dezenas de mulheres e crianças, à polícia. Pelo caminho, apaixona-se por Anna, a antiga namorada de Lime. Martins sabe o que é certo fazer, mas laços antigos ainda o prendem à fidelidade, e a repulsa de Anna por delatores é algo que ele não pode esquecer. Acaba por decidir ajudar a polícia a apanhá-lo.

No plano final, que talvez seja o mais pungente final de todos os tempos (e não me estou a esquecer de Casablanca), vemos Martins esperando pacientemente por Anna, disposto a apanhar qualquer espécie de migalhas que possam ter restado de amor, logo após o enterro de Lime. Mas Anna passa por ele e ignora-o.

E então constatei como o grande cinema é ao mesmo tempo a vida. Porque a vida nem sempre acaba com happy endings fáceis. Porque muitas vezes a vida pode ser inexplicavelmente tola e sem sentido.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Recomendo


O jogo para pc Batman: Arkham City, que me foi indicado pelo meu irmão e que, desta vez, não é um jogo tolo cheio de cenas de luta sangrentas e repetitivas. Antes pelo contrário - as cenas de luta são ricas em movimentos acrobáticos variados e é cool dar porrada nos gorilas e vê-los serem atirados no ar.

É também um deleite ver Batman a planar sobre os céus de Gotham, e a usar o gancho para conseguir praticamente voar que nem um autêntico Superman.

Os vilões também estão na nota certa de negrume tão de acordo com o comic book e os filmes de Christopher Nolan.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Um Bom ano de 2012 aos estimados leitores deste blog, e os meus sinceros agradecimentos por considerarem ainda valer a pena visitar algumas das coisas que passam pela minha mente.

Um grande e caloroso abraço.