sábado, 2 de fevereiro de 2013

Finalmente consegui ver Em Busca da Esmeralda Perdida do início ao fim, e é bastante melhor do que imaginava. Se em miúdo todo o romance me fazia repudiar o filme, preferindo o mais violento e cartoonesco Salteadores da Arca Perdida, hoje em dia o filme até me parece uma espécie de Indiana Jones sob o ponto de vista feminino.

Desde o início acompanhamos a personagem de Kathleen Turner, como a escritora de romances best seller, com os seus handicaps, apesar do imenso sucesso. Ela é uma mulher solitária e socialmente trapalhona, apesar de atraente. Com o rapto da sua irmã na Colômbia, a sua vida vai ter a reviravolta que tanto necessitava, e a aventura vai começar.

Filmado numa altura em que Kathleen Turner ainda era uma mega sex symbol, e em que os videoclubes começavam a surgir como cinefilia alternativa credível (parece que foi há 1000 anos), Romancing the Stone é um filme que nos remete a uma altura em que as coisas nos pareciam bem mais simples, talvez por também ser um entretenimento agradável, quase familiar e sem grandes pretensões.

Leve, divertido, e imperdível.

Sem comentários: