segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Se há uma coisa que Django não é, é politicamente correcto. Eurico de Barros deve ter flipado de vez, pois até chega ao ponto de dizer que os gajos eram do Ku Klux Klan, quando aquilo era apenas uma retaliação mascarada.

Quando vi o último de Tarantino, afirmei que talvez aquele fosse o melhor do realizador que tinha visto. Mas este novo filme apanhou-me de surpresa, mais uma vez, e quando nem o esperava pois receava demasiado spaghetti.

Django é uma quase uma reencenação do mito de Siegfried, que é contado no começo do filme, mas aqui com um negro como o herói. O seu mentor? Ironicamente ou não, um alemão, o actor Christoph Waltz.

O porquê da polémica? A incapacidade dos americanos se olharem ao espelho. Melhor personagem? DiCaprio, como Calvin Candie (que nome!), que merecia ter sido nomeado para a estatueta.

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