sexta-feira, 15 de março de 2013

Qualquer coisa de estranho

E interessante também. Em cima, um jovem George Lucas há um milhão de anos atrás, discutindo uma cena no décor de THX 1138, com o actor Robert Duvall.

THX 1138 é um filme de ficção científica numa acepção mais pura, a anos luz da space opera cheia de música de Star Wars. Aliás, este é um filme de muitos silêncios, de frases interrompidas a meio, de sons confusos de multidões, de bip-bips de computadores. É também um filme de corredores longos, de pessoas vestidas de igual, de ecrãs que observam, de vigilantes metálicos.

Não é lá muito fácil de ver, é uma obra fria e pessimista, mas é compensatória a níveis cerebrais num registo de Admirável Mundo Novo ou 1984. Não admira que muitos críticos o elejam como melhor filme de Lucas.

1 comentário:

Joao Franco disse...

ja o vi há muitos anos.
Na altura gostei. Achei o filme muito silencioso, muito Branco...

Por acaso, ver se o revejo um dia destes!