domingo, 10 de março de 2013

The Master, que foi interpretado por muita gente paranóica como um retrato da Cientologia, é sobretudo um desafio, e uma espécie de retrato filosófico do que o Homem faz para fugir à solidão.

Houve alguém que escreveu e de forma bastante inteligente, que a maior parte do cinema americano gosta de explicar tudo e depois fechar o filme com um grande e bonito laço, sem grandes hipóteses de questões posteriores, para as pessoas não irem demasiado baralhadas para casa. Não esperem isso do cinema de Paul Thomas Anderson, aqui temos que preencher alguns espaços que são deixados em branco.

É um filme intenso, de 3 interpretações brilhantes, e de muita respiração. Há muito que eu não ouvia a respiração de forma tão bem conjugada com o diálogo.

1 comentário:

Joao Franco disse...

Pela trailer que vi gostei.

O Paul Thomas Anderson não é muito linear...ainda me lembro do final absurdo do Magnolia em que choviam sapos!

Como vai isso?
Tenho tido uma semana complicada.Tenho o meu afilhado cá em casa, tem tado doente com febre, tosse etc....coisas da epoca, que pa um hipocondriaco como eu, nunca é só isso.

Fora isso tambem mais problemas com a outra casa. A inquilina vai-se embora este mes, mas como tem cauçao so sai no final do proximo.
Agora é voltar a arranjar alguem de jeito!!

Só merd para me atormentar.