sábado, 6 de abril de 2013

Como continuação da análise feita (e muito bem) aqui, acrescento apenas que a reposição de Taxi Driver no contexto actual é das escolhas mais inteligentes que me lembro de ter visto em muito tempo. Aparentemente, nada tem a ver com os filmes de Hitchcock que o antecederam (tirando outra genial banda sonora de Bernard Herrmann), mas a sua reposição aparenta quase uma espécie de aviso à classe política que nos entra pelos ecrãs diariamente - será que não têm a noção de que estão a criar vários Travis Bickles?

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