domingo, 20 de abril de 2014

Belle de Jour para o século XXI

Jeune et Jolie é talvez o filme mais discreto e interessante do realizador francês outrora proclamado como discípulo de Fassbinder François Ozon. Com a sua visão de não julgamento sobre a protagonista, e o tom seco sem rodeios, acaba por fazer mais pelo tema da prostituição do que duas dúzias de debates televisivos e reportagens na imprensa.

Incrível ainda como apesar da subtileza, o filme consegue atacar de frente alguns dos fantasmas e ansiedades da classe média. A não perder.

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